Estudo e Trabalho no Exterior

Guia definitivo sobre estudo e trabalho no exterior

Se você é daqueles que quer ficar um bom tempo fora, provavelmente já sabe ou vai ficar sabendo que existem programas de intercâmbio que permitem o trabalho. Quem nunca imaginou viver um tempo fora do Brasil, estudar e poder ganhar uma grana durante a viagem?! Mas calma, o programa de Estudo e Trabalho não é essa “moleza” que muita gente pensa. Encontre aqui como estudar e trabalhar no exterior, média de gastos e uma ideia real do dia a dia dos estudantes no exterior.

Primeiro de tudo, as informações que estão aqui são sobre o programa de estudo e trabalho para cursos de idiomas (inglês) no exterior, que é o procurado e feito pela grande maioria dos estudantes. Também existem outros tipos de curso, como de nível superior e profissionalizante, que permitem o trabalho junto ao curso, mas não vamos misturar!

Segundo, é importante ressaltar que esse tipo de programa se encaixa pra quem faz um intercâmbio de longa duração, geralmente com estadia de no mínimo 6 meses.

Alguns países até permitem o trabalho em cursos com duração mínima de aproximadamente 3 meses, mas dificilmente acaba valendo a pena. Vou explicar porque…

Imagina que você vai pra um curso de 3 meses. Não é porque você pode trabalhar que vai colocar o pé no destino e já começar trabalhando! Os primeiros dias são de adaptação ao local, idioma, etc. Depois é preciso pegar sua documentação e abrir uma conta em um banco, pra aí sim iniciar a busca por um emprego.

Assim como acontece em qualquer lugar do mundo, não dá pra prever quanto tempo leva pra ser aceito em um emprego. Mas geralmente costuma levar um certo tempo e ser um processo de várias etapas e tentativas.

Ou seja, se você for para apenas 3 meses de intercâmbio, pode ser que você só comece a trabalhar lá pelo meio ou fim do programa. Aí não vale muito a pena. É bem mais difícil alguém te contratar sabendo que você só tem mais algumas semanas de estadia no país! Por isso que o ideal é que a duração seja de no mínimo 6 meses se pretende trabalhar durante seu curso.

Como funciona o programa de estudo e trabalho

O programa de estudo e trabalho nada mais é do que um curso regular de inglês, com a permissão para trabalhar uma determinada quantidade de horas por semana no destino, por exemplo, até 20 horas (meio período). Ou seja, o estudante geralmente faz o curso pela manhã e tem o restante do dia, ou fins de semana, pra trabalhar.

É importante entender que o trabalho não é obrigatório pra conclusão do curso e também não faz parte da grade curricular do programa. O trabalho é visto como uma atividade complementar onde os estudantes têm a oportunidade de praticar o idioma e de ter uma renda adicional pra ajudar nas despesas locais.

E sim, mesmo que o trabalho seja a parte que mais chama a atenção no programa, você vai pra realizar um curso de inglês e terá toda a rotina e deveres assim como um estudante que faz o curso em um lugar que não é permitido trabalhar. O curso também exige certa dedicação e tempo durante a viagem!

Preciso falar inglês para fazer esse programa?

Não, na teoria não é preciso comprovar nível de inglês para realizar o programa. Até porque você irá justamente pra fazer um curso de inglês.

Porém é recomendável que o estudante saia daqui pelo menos com um nível intermediário pela questão do trabalho. Embora não seja uma restrição, estudantes com maior compreensão e habilidade no idioma saem na frente na busca por empregos e são mais flexíveis nos cargos e atividades que podem exercer.

Por exemplo, um estudante que consegue compreender e se expressar minimamente no inglês poderá se candidatar pra mais cargos do que aquele não manja absolutamente nada.

A galera que não tem conhecimento do idioma pode sim realizar o programa e trabalhar, porém no início ficará bem mais limitada a busca por empregos e só poderá aplicar para cargos que não precisa do inglês para realizar as atividades.

Obs: Atualmente apenas na Nova Zelândia existe uma condição relacionada ao nível de inglês, o estudante precisa se matricular em uma escola da categoria 1 para não precisar comprovar nível de inglês e já sair com permissão para trabalho. Em escolas da categoria 2 precisa obter o exame IELTS pelo menos com nota 5.0.

Países que permitem o trabalho

Atualmente são apenas 3 países que permitem o trabalho remunerado junto a cursos de inglês: Austrália, Irlanda e Nova Zelândia.

A estrutura e regras do programa variam de acordo com cada país. Austrália e Nova Zelândia têm a estrutura um pouco semelhantes, a Irlanda possui a estrutura diferente. Veja abaixo os detalhes de cada um.

  • Irlanda

    Podemos dizer que a Irlanda é o destino mais acessível pro estudante brasileiro realizar o programa de Estudo e Trabalho. Principalmente pelo fato de não precisar tirar o visto aqui no Brasil, esse é obtido no próprio país e possui requisitos mais objetivos do que os outros países.

    No programa da Irlanda, você deve fazer um curso de no mínimo 25 semanas (6 meses) e tem direito a mais 8 semanas (2 meses) de férias no país. Ou seja, é um programa de 8 meses de duração.

    Durante o período de estudos é permitido trabalhar até 20 horas por semana, e até 40 horas por semana durante o período de férias (Junho, Julho, Agosto, Setembro, e de 15 de Dezembro a 15 de Janeiro).

    O visto e permissão de trabalho são obtidos no próprio destino, após o início do curso.

    A média de valor para o programa de Estudo e Trabalho na Irlanda é entre R$9.500,00-R$11.000,00, considerando o valor de 6 meses de curso, taxas da escola e acomodação nas 4 primeiras semanas.

    Processo para obtenção do visto na Irlanda

    Para a entrada no país, a imigração no aeroporto será semelhante a qualquer viagem. O oficial de imigração vai dar um visto provisório e você tem até 1 mês para solicitar o visto de estudante, chamado de “stamp 2” (que terá a permissão para trabalho e validade até o término do programa).

    Na imigração, é importante ter em mãos e apresentar as comprovações de sua viagem: carta de confirmação da escola, confirmação de acomodação, seguro saúde, passagem aérea de retorno, evidências de renda para a estadia na Irlanda.

    Em solo irlandês e com curso iniciado, já pode tirar o visto, chamado de GNIB.

    Para solicitar o visto de estudante da Irlanda, é necessário apresentar uma confirmação de renda, de uma quantia mínima de EUR3.000,00, como evidência que possui fundos para auxiliar nos gastos locais e que não vai depender exclusivamente do trabalho local.

    Até um tempo atrás, a única forma de comprovar essa quantia era abrir uma conta em um banco local e depositar esse valor em sua conta para então ter uma confirmação a ser apresentada na imigração.

    Agora isso mudou, os benditos 3 mil euros podem ser comprovados de outras maneiras, sem depender exclusivamente da abertura de uma conta. São elas:

    • Extrato com saldo em um cartão pré-pago. Essa é a maneira mais prática. É só imprimir o extrato, em inglês, e nele constar seu nome completo comprovando a titularidade.
    • Extrato bancário de uma conta no Brasil. Nessa forma existem algumas condições: a conta deve estar no nome do estudante, deve ser apresentado o extrato dos 3 últimos meses e o cartão do banco pra comprovar que é titular e pode sacar.
    • Extrato comprovando saldo em uma conta em um banco irlandês. Essa é a forma que falamos acima, ela ainda é possível mas leva um pouco mais tempo.

    Pra abrir uma conta, basta apresentar sua documentação da viagem, como passaporte, carta da escola, comprovação de acomodação, seguro saúde. Depois de aberta, é preciso ir fazendo depósitos até atingir a quantia dos 3 mil euros (há limites diários que variam conforme o banco). Esse processo todo pode levar cerca de um mês.

    Estudantes que querem agilizar o processo de obtenção do visto, agora têm a opção de comprovar os 3 mil euros de outras maneiras e depois abrir a conta no banco. Já que todo mundo com intenção de trabalhar vai precisar ter uma conta bancária na Irlanda para receber o salário.

    Depois que definiu a forma que vai comprovar os 3 mil euros, já pode agendar um horário na imigração pra solicitar o visto. Geralmente a galera costuma fazer isso o quanto antes porque é só com o visto em mãos que pode trabalhar.

    A disponibilidade pra agendamento da solicitação do visto não costuma ser imediata. Se quiser agilizar o processo, é recomendado consultar a disponibilidade aqui do Brasil mesmo e se for o caso até agendar antes de viajar!

    O agendamento é feito através do Serviço de imigração (INIS).

    Para solicitar o visto de estudante, é necessário agendar um horário no serviço de imigração e levar a seguinte documentação:

    • Passaporte, com validade de até 6 meses após término do programa.
    • Carta de confirmação da escola.
    • Extrato de comprovação dos 3 mil euros (em uma das formas descritas acima).
    • Comprovação do Seguro Saúde Governamental ou Seguro Privado durante o período do programa.
    • EUR300,00 para emissão do GNIB. Pagamento é feito presencialmente no dia do agendamento via cartão de crédito ou pré-pago.

    Se toda a documentação estiver ok, o oficial vai carimbar seu passaporte com o tipo de visto (no caso stamp 2) e preparar seu cartão GNIB. Depois disso, já tem a documentação pra poder trabalhar na Irlanda!

  • Austrália

    A Austrália é um destino que atrai muita gente para o programa de trabalho pelo clima e estilo de vida nas cidades mais populares.

    A principal diferença comparado as regras da Irlanda é que o visto é solicitado aqui no Brasil.

    No programa da Austrália, é permitido aplicar para o visto de estudante que dá a permissão de trabalho, para cursos com duração a partir de 14 semanas (3 meses), porém como já falamos a duração mínima recomendada pra programas que envolvem trabalho é de 6 meses.

    Durante o período de estudos é permitido trabalhar até 20 horas por semana, durante o período de férias, após o curso, é permitido trabalhar período integral.

    Geralmente o consulado dá 4 semanas de férias, porém isso varia e não há um período exato estabelecido.

    É importante saber que o curso deve ser registrado no CRICOS, uma espécie de controle de qualidade do governo que as principais escolas possuem.

    A média de valor para o programa de Estudo e Trabalho na Austrália é entre R$17.000,00-R$18.000,00, considerando o valor de 6 meses de curso, taxas da escola e acomodação nas 4 primeiras semanas.

    Visto de estudante para Austrália

    O processo de visto para o programa de estudo e trabalho na Austrália é feito todo antes da viagem, aqui no Brasil.

    É um pouco mais chato do que o da Irlanda, até porque envolve mais formulários e realização de exame médico.

    O valor da aplicação do visto de estudante australiano atualmente é de aprox. R$1.500,00.

    Pra poder iniciar a aplicação do visto australiano é necessário efetuar a matrícula na escola e a mesma enviar uma carta de confirmação, chamada de COE.

    As condições de pagamento variam de acordo com a escola, mas na maioria não é preciso pagar o valor integral do curso para efetuar a matrícula.

    Matrícula feita, é hora de aplicar pro visto. A documentação deve ser enviada pra Embaixada da Austrália, que fica em Brasília.

    É necessário que o estudante ou patrocinador (parente próximo) apresente uma comprovação de renda equivalente a AUD1.600,00 por mês de permanência na Austrália, através dos extratos bancários dos 3 últimos meses de conta corrente, poupança, aplicações e investimentos.

    Se liga na documentação básica para a aplicação do visto de estudante da Austrália pra ter uma noção:

    • Formulário 157A preenchido, assinado e com foto 3×4 recente e colorida
    • Formulário 956A
    • Cópia colorida e autenticada das páginas com as informações pessoais do passaporte.
    • Cópia colorida e autenticada frente e verso da carteira de identidade.
    • COE (Carta de confirmação de matrícula da escola).
    • Imposto de renda completo.
    • Extratos bancários dos últimos 3 meses que comprovem a quantia mínima de AUD1.600,00 por mês de permanência.
    • Cópia autenticada dos 03 últimos contra-cheques e carteira de trabalho ou 03 últimos pró-labores, contrato social da empresa e CNPJ.
    • Carta de intenção em inglês, mencionando os motivos que escolheu a Austrália para estudar
    • Comprovante Escolar e/ou Carta de Licença do Trabalho
    • Comprovante do seguro saúde obrigatório OSHC
    • Exames médicos completos realizados com um dos médicos credenciados com a Embaixada. Lista pode ser encontrada aqui aqui.

    É indicado dar entrada na aplicação do visto cerca de 3 meses antes da viagem.

  • Nova Zelândia

    O programa de estudo e trabalho na Nova Zelândia é bem semelhante ao da Austrália, tanto na estrutura do programa como no processo de aplicação do visto.

    A diferença é que a aplicação do visto é um pouco mais barata comparado com o da Austrália, porém o processo e requisitos são praticamente os mesmo.

    No programa da Nova Zelândia, é permitido aplicar para o visto de estudante que dá a permissão de trabalho, para cursos com duração a partir de 14 semanas (3 meses), porém como já falamos a duração mínima recomendada para programas que envolvem trabalho é de 6 meses.

    Durante o período de estudos é permitido trabalhar até 20 horas por semana, durante o período de férias após o curso é permitido trabalhar período integral.

    Geralmente o consulado dá 4 semanas de férias, porém isso varia e não há um período exato estabelecido.

    É importante saber que a escola precisa ser listada na categoria 1 para não precisar comprovar nível de inglês e já sair com permissão de trabalho. Em escolas da categoria 2 é preciso obter o exame IELTS pelo menos com nota 5.0.

    A média de valor para o programa de Estudo e Trabalho na Nova Zelândia é entre R$16.000,00-R$16.500,00, considerando o valor de 6 meses de curso, taxas da escola e acomodação nas 4 primeiras semanas.

    Visto de estudante para Nova Zelândia

    O processo de visto de estudante da Nova Zelândia é semelhante ao australiano, solicitado antes da viagem.

    A Embaixada no Brasil não emite mais vistos, então os documentos têm que ser enviados para Washington D.C., nos EUA.

    Já o custo dele é um pouco mais em conta, de USD280,00 (aprox. R$900,00), considerando a taxa de envio para os EUA.

    Pra aplicação do visto neozelandês também é necessário apresentar a carta de confirmação de matrícula da escola, porém junto com um comprovante de pagamento integral do programa.

    Ou seja, pra aplicar pro visto da NZ é preciso pagar 100% do programa.

    Em caso de visto negado, a maioria das escolas reembolsam o valor integral do curso, exceto as taxas de serviço da escola. É importante ficar atento com as regras e prazo de cada escola nesse lance do reembolso!

    Aqui necessário o estudante ou patrocinador (parente próximo) apresentar uma comprovação de renda equivalente a NZD1.250,00 por mês de permanência na Nova Zelândia, através dos extratos bancários dos 6 últimos meses de conta corrente, poupança e investimentos.

    Se liga na documentação básica pedida pro visto de estudante da Nova Zelândia pra ter uma noção:

    • Passaporte (válido até no mínimo 3 meses após término do curso).
    • 2 fotos 3×4.
    • Formulário online para Visto para Estudante.
    • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente do banco que o financiador tem conta.
    • Carta de aceitação da escola.
    • Recibo da escola comprovando pagamento integral do curso.
    • Comprovação de acomodação.
    • 6 últimos extratos bancários que comprovem a quantia mínima de NZD1,250 por mês de permanência.
    • Cópia dos 03 últimos contra-cheques e carteira de trabalho ou 03 últimos pró-labores, contrato social da empresa e CNPJ.
    • Imposto de renda e holerite.
    • Comprovante do seguro saúde.
    • Cópia da passagem aérea (ida e volta).
    • Exame médico pra quem fica entre 6 meses e 1 ano: Formulário “X-Ray Certificate” preenchido pelo médico (obrigatório a assinatura e carimbo do CRM do médico), foto do aluno colada ao formulário e assinada pelo médico + laudo médico que é emitido junto com a radiografia.

    Lista dos médicos autorizados aqui aqui.

Mas, onde vou trabalhar no exterior?

Essa é a parte que mais gera dúvidas em todos, tanto estudantes e pais!

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Primeiro de tudo é importante entender a dinâmica do programa e o papel do trabalho nele. Aí fica mais fácil entender onde você pode e provavelmente vai trabalhar.

O principal propósito do programa é o curso, o trabalho é visto como uma atividade complementar com o objetivo de colocar em prática o que foi aprendido em sala e servir de auxílio nas despesas locais.

A busca e candidatura nas vagas nesse programa é feita pelos estudantes.

Muito provavelmente o trabalho não será uma continuação de sua carreira profissional aqui do Brasil, então ele deve ser encarado com uma atividade local temporária. Uma nova experiência.

Basicamente são 3 fatores que determinam quais empregos os intercambistas podem aplicar: nível de inglês, carga horária de trabalho permitida e tempo de permanência no destino.

Quanto maior o conhecimento e as habilidades no idioma, maior serão as opções de vagas que o estudante pode se candidatar. Ou seja uma pessoa que tem uma boa compreensão e consegue se expressar em inglês pode aplicar para empregos que envolvem um atendimento e comunicação frequente com cliente.

Agora pro camarada que viaja com um nível bem básico, os primeiros empregos ficam restritos a funções onde não há a necessidade de comunicação. Ou seja, são os famosos empregos de serviços gerais e limpeza, em restaurantes, bares, hotéis, lojas, etc.

Uma vez que o nível e a confiança no inglês for aumentando, nada impede de aplicar para outros empregos, com melhores salários!

O tempo de permanência no destino é outro fator importante, principalmente em empregos que envolvem contato com clientes. Por exemplo, se você só tem mais um mês de estadia no país, será bem mais difícil ser aceito nessas vagas. Aí o jeito é partir pra esses trabalhos temporários e fazer uns “bicos” aqui e alí.

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A necessidade financeira também tem influência em onde cada um vai trabalhar. Tem gente que viaja no limite da grana e precisa de qualquer jeito começar a trampar o quanto antes. Aí meu amigo, nesse caso é pegar a primeira vaga e emprego que aparecer, independente da função, local ou horário!

Também tem aquele pessoal que viaja com uma boa reserva de grana e não está desesperado pra arrumar um emprego. Então já dá pra esperar um tempinho, procurar por algo que seja em uma área que agrade ou em um local mais próximo de onde mora por exemplo.

Enfim, a galera que vai pra esse tipo de intercâmbio é livre pra trabalhar onde quiser e conseguir, apenas respeitando a carga horária permitida.

A maioria acaba indo pra trabalhos em pubs, restaurantes, mercados, hotéis, etc porque a rotatividade de funcionários é maior, ou seja onde é mais fácil de ser contratado, já que o objetivo é levantar uma grana pra ajudar nas despesas da viagem.

Média de salário nos destinos

Cada país tem seu salário mínimo, mas a ideia geral é de que, independente do destino, trabalhando as 20 horas permitidas é possível arcar com as despesas locais, vivendo um estilo de vida no padrão de estudante internacional, ou seja, sem exageros.

Irlanda

Salário mínimo: EUR9,15/hora
Estimativa de renda mensal: EUR700,00 (se emprego envolver gorjeta, tem um aumento considerável!).

Austrália

Salário mínimo: AUD17,70/hora
Estimativa de renda mensal: AUD1.400,00 (se emprego envolver gorjeta, tem um aumento considerável!).

Nova Zelândia

Salário mínimo: NZD15,75/hora
Estimativa de renda mensal: NZD1.200,00 (se emprego envolver gorjeta, tem um aumento considerável!).

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